Vivendo sem Regras e sem TPM

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Um dos pioneiros no Brasil na supressão da menstruação, Elsimar Coutinho estudou por quatro décadas mulheres que foram mantidas sem menstruar durante longos períodos a fim de tratar algumas doenças. Neste livro Elsimar traz uma seleção de casos que mostram como suas pacientes reagiram à supressão da menstruação e como o processo contribui de modo profundo para assegurar a preservação da saúde reprodutiva e a auto-estima das mulheres. É o fim da TPM, hemorragia, cólicas, enxaqueca, miomas, tristeza e falta de desejo sexual.

“Entrevistei Elsimar Coutinho pela primeira vez em 1976. Virei Cliente. Suas teorias me permitiram deixar de ser a desequilibrada sofredora de TPM (tensão pré-menstrual), tornando-me a alegre mulher que não menstrua e a saudável senhora de meu próprio organismo.
Você vai corrigir certos preconceitos e desfrutar da liberdade que só o conhecimento de si mesma dá.”
Marília Gabriela
Jornalista

Prólogo

A mulher está biologicamente sujeito a duas regras de comportamento que a coloca em condição de enorme inferioridade em relação ao homem. A primeira é aquela que estabelece a obrigatoriedade de sangrar mensalmente por muitos dias se não conseguir engravidar e amamentar repetidamente. O sangramento chamado menstruação (menses) obedece a um ciclo lunar e ocorre, portanto a intervalos de 28 dias. Quando repetida incessantemente a menstruação provoca anemia e outras doenças chamadas catameniais que podem resultar em infertilidade permanente além de grande sofrimento. A segunda regra estabelece que ao atingir uma certa idade os ovários deixam de produzir os hormônios que dão a mulher as características do seu gênero e contribuem para a preservação da sua saúde física e mental. A menopausa como é chamada este condição depriva a mulher da sua atratibilidade, da higidez dos seus músculos e da calcificação dos seus ossos, alem de ressecamento da pele e da vagina, queda de cabelo e depressão.

As duas regras foram aceitas pela mulher civilizada como parte indissociável da condição feminina e defendida pela Medicina como um preço “modesto” a ser pago para não ter os filhos que não queriam ou não podiam. Até a menopausa era defendida como uma forma de evitar naturalmente o assédio do macho da espécie quando a prática do ato sexual fosse incomodo ou indesejável pela mulher.

O progresso da ciência, particularmente da ginecologia endócrina que se iniciou com a descoberta dos hormônios femininos e culminou com o desenvolvimento dos anticoncepcionais nos anos cinqüenta, ofereceram pela primeira vez na história da humanidade os meios para uma revisão das duas regras.

Os hormônios femininos extraídos da urina de mulheres jovens ou de outras fontes podiam ser administrados àquelas que se encontrassem na menopausa, devolvendo-lhes a saúde, e os anticoncepcionais impedindo a ovulação tornavam a menstruação desnecessária como forma de controlar a natalidade.

“Vivendo sem Regras” reúne numa série de relatos de casos de mulheres que se valendo do uso adequado de hormônios ou seus derivados desobedecem as regras, tornando a sua vida mais saudável e mais gratificante.
Dr. Elsimar Coutinho